Ceia de Natal com muitos pratos ou poucos: o que realmente compensa quando se pensa em tempo, custo e aproveitamento da comida? 

Quando o Natal se aproxima, a dúvida sobre como montar a ceia perfeita vem à tona e, com ela, a questão: vale mais a pena preparar muitos pratos ou optar por poucos, mas bem elaborados? Se você já se pegou pensando em como economizar tempo, dinheiro e garantir que nada se perca, saiba que essa é uma dúvida muito comum nas casas brasileiras durante as festas de fim de ano.

Quem nunca se viu em meio a aquele dilema de tentar agradar todo mundo, fazendo pratos que atendam aos gostos variados da família? Tem quem não viva sem o peru, e outros que acham que a ceia não é ceia sem uma bela farofa. Mas a verdadeira questão é: será que precisamos de tudo isso?

Uma ceia carregada de pratos, por mais bonita que seja, pode rapidamente se tornar uma fonte de estresse e deve ser planejada com bastante antecedência. Afinal, se você não tem tempo para maratonas na cozinha, pode acabar se sentindo pressionado e, mesmo assim, não agradar a todos. E aí? No final, fica o convite para a frustração e, claro, um monte de comida sobrando.

Se você optar por preparar poucos pratos, pode se permitir dar atenção especial a cada um deles. Além de economizar tempo na cozinha, o custo também pode ser bem menor, e o aproveitamento da comida, evidentemente, aumenta. Afinal, pratos bem feitos são muito mais apreciados e menos propensos a serem deixados de lado. Mas como decidir o que fazer?

Uma sugestão é escolher três ou quatro pratos principais que a sua família mais gosta e valorizá-los. Por exemplo, uma opção de carne, um prato vegetariano e algumas guarnições que possam complementar bem. Assim, não tem erro! Se der para incluir uma sobremesa ou um lanche, melhor ainda.

E se você ainda estiver em dúvida sobre como usar os ingredientes que sobraram, pense na possibilidade de transformar aquele pernil em um recheio para um sanduíche no dia seguinte. Isso sim é aproveitar! Lembrando que, se sobrar mesmo, clássicos como a farofa podem ser facilmente reacessados em outra refeição.

Outra coisa que costuma acontecer é que, na hora de servir, a mesa fica tão cheia que o pessoal acaba se concentrando em um ou outro prato, deixando muitos para lá. E o que dizer dos pratos que não foram aprovados no paladar? Isso pode gerar uma verdadeira montanha de comida desperdiçada.

Por isso, considere fazer uma pesquisa rápida com os seus convidados antes do grande dia. Assim, você tem certeza de que os pratos escolhidos são realmente apreciados por todos. A ideia de ter uma ceia compartilhada, onde cada um traz um prato, também é uma alternativa que pode render muitos risos e histórias à mesa, além da praticidade.

No fim das contas, o que realmente importa é a união e a confraternização. A comida, claro, é uma parte importante disso tudo, mas não precisa ser um estorvo. Em vez de se preocupar excessivamente com a quantidade, vale a pena refletir sobre que tipo de jantar você gostaria de ter e o que vai fazer o seu Natal ficar marcado na memória da sua família.

Aceite, admire e aproveite a sua ceia, independentemente da sua escolha. O mais importante é como você, junto com as pessoas que ama, vai brindar a época mais festiva do ano. Aproveite as risadas, os bons momentos e, quem sabe, um acompanhamento leve que ajude na digestão quando a comilança chegar ao fim!

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Roni Edson

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Editor

Meu nome é Roni Edson, e minha paixão pela gastronomia vem de experiências reais e variadas. Além de ter trabalhado no setor de alimentação de diversas empresas, morar sozinho me desafiou a desenvolver ainda mais habilidades práticas na cozinha....

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