O que quase todo mundo esquece de prever na ceia de Natal e só percebe quando já é tarde 

Quando falamos sobre a ceia de Natal, é fácil se perder entre pratos tradicionais, uma boa bebida e as reuniões familiares que podem ficar memoráveis – para o bem ou para o mal. Mas, entre toda essa empolgação, tem uma coisa que quase todo mundo esquece de prever e acaba se dando conta apenas na hora de servir: o que fazer quando a comida acaba e ainda tem gente à mesa. Quem nunca passou pelo aperto de ser convidado para um jantar e, na hora do “vamos comer”, se deparar com uma travessa vazia? É, meu amigo, isso acontece e não é só no Natal.

A gente se empolga, faz aqueles pratos incríveis, mas acaba subestimando a fome da galera. O clássico peru, por exemplo, é um sucesso garantido, mas e os acompanhamentos? Você já parou pra pensar que nem todo mundo vai se jogar só no arroz e na salada? Às vezes o que parece ser o suficiente, acaba virando um motivo de correria na cozinha depois da primeira rodada.

As sobremesas são sempre um sucesso, mas…

Ah, quem resiste a uma boa sobremesa natalina? Rabanada, pavê, tiramisù… uma mais deliciosa que a outra! Mas aí vem a grande questão: será que você tem variedade suficiente? No momento de satisfazer o doce desejo da família, ter só um tipo de sobremesa pode não ser o suficiente. É sempre bom garantir uma opção a mais, ou acaba todo mundo se olhando na expectativa de dividir a última fatia de torta.

Pense nisso na hora de montar sua ceia. Tente ter pelo menos uma opção a mais para a turma. Uma simples salada de frutas ou alguns biscoitinhos podem quebrar o galho e evitar a disputa pela última fatia da rabanada.

As bebidas: as grandes esquecidas

Outra grande questão é a bebida. No calor do momento, é comum a gente se preocupar com a comida, mas e o que você vai oferecer para acompanhar esse banquete? Ficar sem bebida é um pecado, minha gente! Às vezes, subestimamos a quantidade de cerveja ou vinho e quando vemos, a festa acaba na água. Literalmente. E quem quer isso, né?

Uma boa dica é garantir um mix de opções: cervejas, vinhos, sucos e água. Assim, se alguém precisar se refrescar ou optar por um não-alcoólico, não vai precisar passar vontade. E vale lembrar: nada mais chato que acabar uma ceia e sentir que a sede veio antes do açúcar dos panetones.

O inesperado: as visitas de última hora

Imagina que você se preparou todo, escolheu o cardápio, fez as compras e, de repente, chega um amigo da família que não estava na lista. Como lidar? A solução pode ser simples: ter um lanchinho rápido na geladeira ou um petisco a mais pode ser salvador. Um queijinho, uma lingüiça calabresa ou até um tira-gosto fazem toda a diferença e garantem que a ceia vai ser lembrada por bem.

E quem não gostaria de se sentir sempre bem-vindo, mesmo em momentos imprevistos, não é? Afinal, Natal é época de boa companhia e calor humano.

No final das contas, planejar a ceia de Natal não precisa ser um bicho de sete cabeças. Apenas lembre-se de que, além do cardápio, é importante prever a quantidade e as opções para garantir que todos tenham uma noite agradável e saciada. Depois, é hora de sentar, relaxar e aproveitar a companhia. E só deixar a louça para depois, porque, convenhamos, a ceia é para isso, pra celebrar!

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Roni Edson

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Editor

Meu nome é Roni Edson, e minha paixão pela gastronomia vem de experiências reais e variadas. Além de ter trabalhado no setor de alimentação de diversas empresas, morar sozinho me desafiou a desenvolver ainda mais habilidades práticas na cozinha....

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