Vale a pena reduzir o número de pratos da ceia de Natal para ganhar tempo e aproveitar melhor a noite? 

Todo mundo sabe que o Natal é aquele momento do ano em que a família se reúne, a mesa fica cheia e as comidas típicas ganham destaque. Mas quem nunca teve aquele pensamento de que talvez, só talvez, reduzir o número de pratos poderia fazer a noite fluir melhor? Sabe como é, né? Às vezes, a ansiedade de agradar todo mundo acaba pesando um pouco na hora de montar o cardápio.

Pensa só: você se esforça para preparar tudo, mas na hora da ceia, mal dá para aproveitar a companhia de quem está ao seu lado. Às vezes, a mesa cheia é mais um refleto do hábito de fazer um banquete do que uma real necessidade. Qual é a probabilidade de você e sua família realmente comerem tudo o que foi feito? É, talvez menos pratos possam significar mais tempo para desfrutar da presença uns dos outros.

O dilema da quantidade

Renunciar a alguns pratos pode ser uma decisão difícil. Afinal, quem nunca ouviu que a ceia de Natal precisa ter pernil, farofa, salada, arroz e mais um monte de outras coisas? Mas pare e pense: será que o que vale mesmo é o número de pratos ou o carinho e a atenção que a gente dedica ao que preparamos? O que realmente vai fazer a diferença é a convivência e as histórias que vão sendo contadas à mesa. Uma farofa bem feita, um assado gostoso e um bom vinho podem simplificar a festa sem perder o clima natalino.

Menos pratos, mais alegria?

Quando você decide simplificar, está na verdade liberando energia para curtir aqueles momentos que realmente importam. Ao invés de se preocupar se o prato tal está pronto ou se o arroz não queimou, você pode se jogar nas risadas e histórias da família. Isso faz toda a diferença na hora de criar memórias. E se uma receita der errada? Ah, quem nunca passou por isso, não é? E muitas vezes, essas falhas acabam rendendo as melhores lembranças.

Outros pontos a considerar

Outra coisa que pode ajudar é escolher pratos que você já conhece bem. Tem sempre aqueles que a gente faz anualmente e que rendem um sucesso danado. Aí você pode se preocupar mais em deixar tudo na temperatura ideal e não ter que estocar ingredientes que só vão acabar estragando na geladeira. Assim, a ceia se torna uma extensão da sua rotina, não uma maratona na cozinha.

Além disso, que tal ouvir suas visitas? Às vezes, a família tem receitas preferidas ou até mesmo restrições alimentares que não sabemos. Conversar sobre o que cada um gostaria de ver na mesa pode tornar a escolha dos pratos muito mais significativa. E o que vale ainda é o sorriso no rosto quando todo mundo se sente incluído e satisfeito.

Ao final de tudo, o Natal não precisa ser sinônimo de sobrecarga. Reduzir o número de pratos pode tornar a festa mais leve e agradável. E no fim das contas, o que importa mesmo são as memórias que você cria junto com os seus. Então, que tal inovar esse ano?

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Sobre o Autor

Roni Edson

Roni Edson

Editor

Meu nome é Roni Edson, e minha paixão pela gastronomia vem de experiências reais e variadas. Além de ter trabalhado no setor de alimentação de diversas empresas, morar sozinho me desafiou a desenvolver ainda mais habilidades práticas na cozinha....

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